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terça-feira, 22 de dezembro de 2015
O colossal "Spindrift 2" dobrando o famigerado Cabo Horn - news do mês de dezembro 8
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segunda-feira, 31 de março de 2014
- Princesa Izabel cumpre, em fim, a promessa que fez a Joshua Slocum - news do mês de março de 2014 - 7
Izabel Pimentel, a primeira navegadora brasileira a realizar uma volta ao nosso mundo em solitário
- Não sei se vocês já tiveram notícia, amigas e amigos leitores, mas após tornar-se a primeira mulher brasileira a dobrar o Cabo Horn em solitário, nossa querida Princesa Izabel completou uma volta inteira em torno do planeta Terra, que deveria chamar-se Água.
- Quando isso?
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Cabo Verde
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sábado, 25 de janeiro de 2014
- Quem foi que disse que o futuro da vela é mulher? - news do mês de janeiro de 2014 - 6
Izabel Pimentel, a primeira navegadora solitária brasileira a dobrar o famigerado cabo Horn em 21/01/2014
- Não sei se a amiga leitora tá ligada, mas dia 21 de janeiro do corrente, mais um navegador solitário dobrou o famigerado Cabo Horn.
- Pra ser exato terça-feira passada, dia 21/01/2014 às 21 h 02.
- Navegador não, perdão, navegadora.
- Agora adivinhe a nacionalidade desta poderosa guerreira?
- Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe
- Pra ser exato terça-feira passada, dia 21/01/2014 às 21 h 02.
- Navegador não, perdão, navegadora.
- Agora adivinhe a nacionalidade desta poderosa guerreira?
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Into the Atlantic - Matt Rutherford - news
Into the Atlantic
Posted on January 10, 2012 by Matt
The day after rounding the horn the wind died and left me becalmed. At this point in the trip (due to a general lack of diesel) if there’s no wind then I have no choice but to drift aimlessly. I sat there becalmed for a couple hours, and then I remembered that Don Backe gave me a bottle of champagne for the horn. I was too busy to drink it the day I rounded the horn but since I was going to
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Phone call from Matt Rutherford - news
Phone call from Matt
Posted on January 7, 2012 by MikeHi everyone I just got a phone call from Matt. He wanted to let everyone know that he is doing great and he amazingly has NO wind whatsoever right now. He is halfway through a bottle of champaign to celebrate rounding the horn and he has a 6 ft Albatross that has been keeping him company near his boat for the
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Matt Rutherford at Cape Horn - news
Cape Horn
Posted on January 5, 2012 by Matt
It’s taken me 208 days and 18,341 miles to get to Cape Horn, but finally I’m here. It’s an honor to be here. I think all blue water sailors dream of rounding the Horn. It’s a special place and it’s a privilege to sail these waters. 208 days is a long time to be cooped up on a 27 foot boat, I can’t even stand up without hitting my head. It’s been a long trip from the top of the planet down to the
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segunda-feira, 7 de março de 2011
O vencedor é sempre belo e o perdedor feio - intempestivo
EM BRASILEIRO
- Eu só quero saber qual foi a cartomante que previu que Michel Desjoyeaux, único bicampeão da Vendée Globe, abandonaria a Barcelona World Race Around 2011, antes de dobrar o cabo das Tormentas e que Jean-Pierre Dick, mais o Loïck Peyron que não completaram o percurso da última Vendée Globe, o primeiro por ter perdido o mastro e o segundo, por ter atropelado dois OFNI e danificado o leme do seu open 60, liderariam a regata até o presente, com grande chances de vencê-la?
- É por isso que não acredito, nunca acreditei em cartomantes.
- Mas vejam como o Jean e o Loïck estão ambos belos e sorridentes com o famigerado Cabo Horn ao fundo, que eles dobraram anteontem.
- Deve ser por isso que minha avó Balbina diz que "ri melhor, quem ri por último".
- Se bem que quem vence duas vezes a Vendée Globe tem motivo pra sorrir pro resto da vida.
- Mais um detalhe, já observaram como o vencendor, por mais feio que seja é sempre belo e que o perdedor por mais bonito que seja, fica feio?
- Estou falando isso de modo geral e filosófico.
- Nada a ver com os dois simpáticos velejadores da foto.
- Estou falando isso de modo geral e filosófico.
- Nada a ver com os dois simpáticos velejadores da foto.
- Detalhe interessante, Michel Desjoyeaux saiu da regata, mas seu antigo veleiro "Foncia" continua na disputa em terceiro lugar.
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domingo, 10 de outubro de 2010
Marcel Bardiaux - Velejador Solitário
Somando todas as milhas que Marcel Bardiaux velejou ao longo de sua longa vida de marinheiro de alta-mar, resulta, acreditem se quiserem, 18 voltas ao planeta Terra.
....................
Juntamente com Slocum e Monfreid, Marcel Bardiaux é um dos três grandes gurus daquele que é o guru-mor dos velejadores solitários do mundo inteiro, Bernard Moitessier.
Falemos de Marcel Bardiaux, amigos, um dos mais cascudos velejadores solitários que já se teve notícia.
# Moitessier conta em seu livro “O longo caminho”, que o famoso “Os Quatro-Ventos” foi visto bordejando ao longo do estreito canal de acesso a um atol, teleguiado do alto do mastro por Marcel Bardiaux, que lá de cima podia avistar com precisão a posição dos recifes.
# - Bardiaux, foi preso pela polícia aos quatorze anos de idade a pedido de sua mãe, que desesperada, lançou mão deste último recurso, para impedi-lo de embarcar num grande veleiro, para uma longa viagem.
# - Bardiaux construiu um super-ketch chamado “INOX”, por ter sido o primeiro veleiro, que se tem notícia, inteiramente construído em aço inoxidável, incluindo mastros e retrancas. Com quinze metros de comprimento e 22 toneladas de deslocamento, possuía 50 compartimentos estanques, era insubmersível e capaz de velejar sob qualquer condição de tempo.
# Nos anos 30, Bardiaux realizou uma volta à Europa a bordo de uma canoa a remo, totalizando 11 000 km de percurso, através do rio Danúbio e dos mares Negro, Egeu e Mediterrâneo.
# Bardiaux foi o primeiro velejador solitário a dobrar o Cabo Horn, no sentido Leste para Oeste ( contra os ventos dominantes ), a bordo do seu famoso veleiro “Os Quatro-Ventos”, em 1952.
# - Marcel Bardiaux atravessou o nosso Atlântico nada menos que 40 vezes.
# Marcel Bardiaux inventou o esqui aquático.
# Ao longo de sua longa vida, Marcel Bardiaux velejou 400 000 milhas náuticas, o equivalente a 18 voltas ao mundo. Será? Li isso num artigo da simpática Wikipedia. Alguém confirma?
# - Bardiaux desejava ser o primeiro velejador solitário centenário da História, mas acabou falecendo aos 90 anos, no ano 2000, deprimido após ter sofrido um grave acidente, aos 86 anos, quando seu veleiro “Inox” foi arremessado contra a costa por uma tempestade.
# - Bardiaux escreveu os seguintes livros relatando suas aventuras pelos mares do globo terrestre:
« Aux 4 vents de l’aventure » T1 & 2, « Les aventures de Marcel Bardiaux », « La mer ou la fille », « Aux 4 vents de mes amours » ,« Entre 2 tours du monde » et « l’Ecole de la vie ».
“Confesso honestamente que muitas vezes, quando eu vi minhas velas em tiras e meu pobre barco lutando sozinho contra a MAR revolta, saltando em terríveis precipícios, desaparecendo sob monstruosas ondas que o ameaçavam engolir e depois apontando sua proa para o céu escuro como um breu, como se fosse implorar perdão para seus pecados, na iminência da morte, sim, muitas vezes eu disse a mim mesmo: - Se eu me safar desta, nunca mais porei os pés num barco novamente." — Marcel Bardiaux
Já falamos nesta rubrica de quinze velejadores solitários, amgios, os seguintes:
Joshua “Spray” Slocum, Bernard “Joshua” Moitessier, Alain“Firecrest” Gerbault, Vito“LEHG II” Dumas, Alfred “Centemnial” Johnson, Howard “Great Western” Blackburn, Fred “Elaine” Rebell, Eric “Pen Duick VI” Tabarly, Alain “Club Mediterrannée” Colas, Philippe “Crédit Agricole” Jeantot, Donald “Teignmouth Electron” Crowhurst, Julio “Mistral” Villar, Francis “Gipsy Moth IV” Chichester, Aleixo “Três Marias” Belov e Florence “Pierre I” Arthaud.
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
Vito Dumas - velejador solitário
Já falamos daquele que sonhava com as ilhas que faltavam às suas antigas cartas náuticas, o russo Fred Rebell.
Já falamos daquele que continuou a velejar, tendo realizado duas travessias do Atlântico em solitário, após ter perdido todos os dedos das duas mãos e os artelhos dos dois pés, o canadense Howard Blackburn.
Já falamos daquele que sonhava dar uma volta ao mundo a bordo de um veleiro, mas não tinha veleiro, não tinha dinheiro pra comprar um veleiro, nem sabia velejar, o espanhol Julio Villar.
Já falamos daquele que abandonou voluntariamente a primeira regata de volta ao mundo em solitário, estando na liderança e próximo da chegada, tornando-se o guru-mor da maioria dos velejadores do planeta, o francês Bernard Moitessier.
Já falamos do pescador de bacalhau que atravessou pela primeira vez o Atlântico Norte, a bordo de uma canoa à vela, pouco maior que a “Estrela d’Alva”, o norte-americano Alfred Johnson.
Já falamos do vencedor dos dois primeiros “BOC Challenge around alone” e criador da fantástica “Vendée Globe”, recentemente ( 2006 ) condenado à prisão, pela implacável justiça francesa, Phillippe Jeantot.
Vamos falar agora do super-marujo que pela primeira vez na história da navegação mundial, deu uma volta ao planeta em solitário, a bordo de um veleiro de pequeno porte pela “rota impossível”. Ninguém menos que o argentino Vito Dumas ( 1900 – 1965 ).
Vamos falar sim, mas só do que o Roberto Rodrigues esqueceu de dizer no seu entusiástico relato, que vocês poderão ler nas mensagens n°: 49480, 49851 e 50145 de Lord Absolut no forum do grupo Altomar.
Anotem! O Roberto Rodrigues esqueceu de dizer:
1 - que o nome do barco do Vito Dumas, LEHG foi composto com as iniciais das palavras Lucha - Entereza - Hombria - Grandeza
http://almagrande-ria.blogspot.com/2008/08/vito-dumas.html
2 – que Vito Dumas viajou para a Europa em 1931 para tentar atravessar o canal da Mancha a nado, façanha que não conseguiu realizar.
3 – que durante sua incrível volta ao mundo pelos 40° bramadores, rugidores ou rugientes, se assim preferirem, Vito Dumas não levou rádio transmissor a bordo, para não se tornar suspeito de espionagem. Não sei se vocês sabem, eu não sabia, acabei de ler isto na imprescindível Wikipedia, que os alemães e principalmente os japoneses se utilizavam de pequenos veleiros, conduzidos por tripulações reduzidas, com esta finalidade, durante a segunda guerra mundial.
4 – que Vito Dumas é o primeiro navegador solitário a ter sobrevivido após dobrar o temível Cabo Horn.
5 – que Vito Dumas escreveu os seguintes livros: “Mis Viajes”, “Solo, rumbo a la Cruz del Sur”, “Los cuaranta bramadores” e “El crucero de lo imprevisto.”
Estou quase convencido, amigos velejadores, com base na pesquisa que acabei de fazer na internet, que Vito Dumas foi o maior, o mais ousado, o mais apaixonado pelo mar, o mais original velejador solitário de todos os tempos e lugares. Mas isso é o que penso e vocês? Digam-me! O que pensam de Vito Dumas?
Fernando Costa
Newsletter n° 07 de 3 de abril de 2008 - projeto Estrela d'Alva
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