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domingo, 6 de agosto de 2017
- Precisando dar um mergulho ainda hoje?
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domingo, 12 de junho de 2016
Boeing afundado em plena* MAR Egeu - Incrível, fantástico, extraordinário - aconteceu em plena* MAR
- Qual terá sido a causa dessa nova tragédia aérea, amigos leitores?
- Atentado terrorista?
- Falha humana?
- Falta de manutenção do aparelho?
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quarta-feira, 5 de agosto de 2015
A recordista mundial em mergulho livre, Natalia Molchanova, desapareceu no último domingo... - news do mês de agosto 5
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- Triste notícia amigos leitores, Natalia Molchanova, a atleta que detinha o maior número de recordes mundiais (41) em mergulho livre, desapareceu no último domingo (2 de agosto de 2015) ao largo da ilha espanhola de Formentera (arquipélago das Baleares), na* Mar Mediterrânea...
- Natalia era capaz de prender a respiração por nove minutos e mergulhar até 100 metros de profundidade sem equipamentos.
- Leia mais a respeito em francês clicando aqui ou em inglês clicando aqui ou em espanhol clicando aqui.
Fernando Costa
- Natalia era capaz de prender a respiração por nove minutos e mergulhar até 100 metros de profundidade sem equipamentos.
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
Tragédia MARítima na ilha espanhola de Gran Canaria... - Atualidades 24
- Boa noite amigas e amigos leitores.
- Notícia das mais desagradáveis.
Uma mergulhadora russa foi literalmente decapitada esta semana por uma prancha de windsurf.
A prancha pertencia a um
- Notícia das mais desagradáveis.
Uma mergulhadora russa foi literalmente decapitada esta semana por uma prancha de windsurf.
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terça-feira, 21 de julho de 2015
Todo mundo deveria praticar mergulho livre - Atualidades 21
- Boa noite amigas e amigos leitores.
- O que o recordista de mergulho em Gillaume Néry diz da apneia eu digo da vela em solitário.
- Uma forma de meditação...
- Leiam (em francês) a interessante matéria a abaixo e entendam porque todo mundo deveria praticar o
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terça-feira, 14 de abril de 2015
AHMED GABR - 30 maritime record holders 14
AHMED GABR
Ahmed Gabr (أحمد جبر in Arabic) is an Egyptian Scuba Diver who holds the two Guinness World Records for both The Deepest Scuba Dive (Male) and The Deepest Scuba Dive in Sea Water.
Ahmed dived to a depth of
Ahmed Gabr (أحمد جبر in Arabic) is an Egyptian Scuba Diver who holds the two Guinness World Records for both The Deepest Scuba Dive (Male) and The Deepest Scuba Dive in Sea Water.
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Swimming with wild reef sharks - Shark Therapy - BBC Animals
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
"Mar Aberto" - filme - newsletter nº 13/2008
Salve colegas marujos!
O filme conta a história de um casal que planeja uma manhã de mergulho nas suas curtas férias. Tudo sairia perfeito, se o barco da excursão não os tivesse esquecido em plena MAR aberta.
http://www.imdb.com/title/tt0374102/
Morrerei na saudade de ver a obra prima, que um bom diretor de cinema faria, com uma estória tão tragicamente simples quanto esta. Estórias simples e curtas só grandes diretores sabem contar. E é por isso que a pobre-rica Hollywood atual só faz filme com enredos rebuscados e longos. Pensando melhor e indo mais fundo na fantasia o que eu gostaria mesmo, era de assistir a seis versões diferentes de "MAR Aberta", filmadas pelos grandes Werner Herzog, Stanley Kubrick, Orson Welles, Fritz Lang, Glauber Rocha e Igmar Bergman.
A estória de "MAR Aberta", contada por um grande diretor, amigos, tornar-se-ia uma estonteante paráfrase da estória da humanidade sobre a Terra. Os terráqueos, à semelhança do inexpressivo casal de "MAR Aberta", foram esquecidos por deus no meio do oceano do cosmos infinito. Possibilidade de resgate? Mínima. Possibilidade de nadar até a margem? Nenhuma. Possibilidade de sobrevivência? Nula. O sol vai explodir em breve e fim de papo. Este em breve entenda-se como 5 bilhões de anos, não se assustem. Mas bem antes disso nós mesmos teremos destruído o planeta, não é verdade? Absurdo semelhante ao do marujo que faz um furo no casco do próprio navio, em alta MAR, e depois se surpreende com o iminente naufrágio.
Infelizmente o diretor de "MAR Aberta", cujo nome não merece citação, não sabe nada sobre a difícil arte de contar estórias simples. Contar estórias simples e curtas é mais difícil que velejar com vento fraco e variável em direção, em MAR encapelada, concordam?
Interessados em ler algumas notas que tomei durante a assistência do filme? Ei-las:

1 - O filme não possui "crescendo" e uma estória sem "crescendo" equivale a um ser invertebrado, o que no sentido literal significa sem coluna dorsal e no sentido figurado sem caráter. A propósito do "crescendo dramático" que é o que mais importa num espetáculo cênico, o medíocre casal de atores começa o filme com uma cara e o termina com a mesma cara. A mesma cara inexpressiva do princípio. Coisa absurda, não? Dois seres humanos viverem a maior das tragédias, diante dos nossos olhos, sem expressar no rosto, que é o espelho da alma, o que lhes vai no âmago.
2 - Se esse filme tivesse sido bem feito, as pessoas que o assistissem, nunca, jamais, em tempo algum teriam coragem de se afastar mais de dez metros de qualquer praia.
3 - Apesar de ruim o filme é apavorante. Não, não mesmo, não senti um pingo de medo da MAR vendo esse beócio filminho de tragédia na MAR. O que me dá medo é estando na MAR, pensar na situação que o filme apresenta. Na verdade o que realmente me apavora neste filminho desprezível, é o erro do marujo responsável pela contagem dos mergulhadores. Isso é que me mata de medo. O erro na MAR. E não a MAR em si, que não é e nunca foi assassina. Isto me faz lembrar da melhor lição que recebi na excelente escola de vela francesa, Les Glénans (http://www.glenans.asso.fr/), e que partilho agora com vocês. Tomem nota que pode salvar-lhes a vida. "Marinheiro bom é marinheiro seco." Tenderam?
4 - A cena em que o casal adormece e ambos, macho e fêmea se perdem um do outro é o cúmulo da idiotice. Onde já se viu duas pessoas extraviadas no meio da MAR, adormecerem ambas ao mesmo tempo, em pleno auge do stress. Quem é que consegue dormir com uma tonelada de adrenalina circulando no sangue, gente? O famoso sono do náufrago, que eu saiba só advém na fase final da hipotermia, ou será que me engano?
5 - Fico me perguntando pra que tantos tubarões em cena? Na verdade nenhum tubarão deveria aparecer neste filme. A terrivelmente trágica e simples estória desse filme prescinde da presença de tubarões. Eu, autor do roteiro de "MAR Aberta", deixaria os tubarões de lado e se tivesse de incluí-los, incluiria um só. Pra quem tá perdido em alta MAR, amigos marujos, basta a passagem longínqua, da suposta barbatana, de um pequenino tubarão, pra se entrar em pânico. Esse casal deveria morrer, ele de hipotermia, e ela bem antes dele de síncope cardíaca ao avistar a barbatana de um golfinho, pensando tratar-se de um tubarão. Aquele cardume de tubarões promíscuos que o filme mostra esbarrando, esfregando-se, roçando as barbatanas nas pernas do inexpressivo casal de "MAR Aberta", só entrou em cena pra distrair o espectador inocente da falta de talento da equipe, que produziu um dos piores filmes que já vi. Não fosse a intenção de comentá-lo pra vocês jamais teria ido além do quinto minuto. Gosto de perder meu precioso tempo de vida não. E vocês?
De zero a dez estrelas, menos três.
Bons ventos a todos, e que Netuno os livre de serem esquecidos no meio do seu salgado reino, por um marujo desatento. Desatento é pouco. Por um marujo homicida.
Extrato da Newsletter nº 13 de 27 de junho de 2008 - Projeto “Estrela d’Alva”
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
próxima viagem – arraial do cabo
Vamos voltar, eu e minha inseparável “Estrela d’Alva”, por puro prazer, ao paraíso de Arraial do Cabo.
Lá onde o sol passa o inverno.
Lá onde a água ainda é transparente e apresenta exatos treze matizes entre o verde e o azul, em dias de tempo bom.
Lá onde os velejadores vindos do mundo inteiro gostam de ancorar.
Lá onde já ocorreram mais de 30 naufrágios famosos.
Lá onde os mergulhadores adoram mergulhar.
Arraial do Cabo
“Arraial do Cabo, na Costa do Sol, é onde a atividade de mergulhar pode se tornar verdadeiramente uma paixão. No fundo das águas cristalinas e frias da região jazem os restos de navios que fizeram parte da história do Brasil.
Um deles foi a pique durante uma batalha com corsários, no período do Império. Outro afundou com uma fortuna em ouro e prata. Ao todo, são 34 barcos naufragados na área. Apesar de muitos não poderem ser visitados, por estarem em locais de difícil acesso, eles ajudam a fazer de Arraial do Cabo uma das capitais do mergulho no país.
link da imagem
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O naufrágio mais antigo da região é o da fragata brasileira “Dona Paula”, que afundou quando perseguia um navio corsário inglês, em 1827. Localizada bem próxima à cidade, ela pode ser alcançada com poucos minutos de navegação entre o Morro do Atalaia e a Ilha dos Franceses. Lá em baixo, ela conta um pouco da história do império brasileiro ao mostrar, ainda intactos, canhões, guinchos e correntes que serviram à armada de Dom Pedro I.
Quase tão antigo e ainda mais intrigante é o naufrágio da “Fragata Thethis”, um navio coletor de impostos inglês que afundou ao colidir-se contra a Ilha de Cabo Frio, em 1830. A bordo do navio viajavam funcionários do fisco inglês e nada menos que 810 mil libras esterlinas em barras de ouro e prata — uma fortuna incomensurável para a época.”
Bons ventos e até breve
Fernando Costa
Extrato da Newsletter n° 11 de 1° de junho de 2008 - Projeto "Estrela d'Alva"
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
canto da mais sedutora das sereias - aventura
próxima viagem – arraial do cabo
Se tudo correr como previsto, amigos, partiremos eu e minha querida “Estrela d’Alva” para a nossa décima primeira expedição de sete dias do corrente ano. Desta feita vamos revisitar o paraíso de Arraial do Cabo, em pleno outono, que começou dia 20 de março às 02h 48 minutos, e encerrar-se-á dia 20 de junho às 20h 59 ( horário de Brasília ). A última vez que lá estivemos era pleno verão, lembram-se? Gosto muito mais de velejar no outono que no verão, e vocês? Vamos velejar entre a ilha de Cabo Frio e o continente, uma das minhas raias de vento favoritas. Lugar aprazível e bastante perigoso Arraial do Cabo. Mais de trinta naufrágios famosos registrados na região. Porque Arraial é tão perigoso assim? Porque você corre o risco de se encantar com a beleza ímpar do lugar e dar com a proa do seu veleiro na pedra. Ou então mergulhar, contrair a doença das profundezas e morrer deslumbrado e afogado. Cuidado amigo, cuidado com as belezas de Arraial, que valem pelo canto da mais sedutora das sereias.
Arraial do Cabo
“Arraial do Cabo está localizado a 180 Km da cidade do Rio de Janeiro em uma região privilegiada pela natureza. Limita-se ao norte com Cabo Frio, ao sul e a leste com o Oceano Atlântico e a Oeste com o município de Araruama.
Aqui se encontra a Ilha de Cabo Frio, o ponto extremo do litoral brasileiro na costa sudeste.
Seus 35 km de praias são ótimos para banhos, para a prática de mergulho e esportes náuticos em geral.
A riqueza da fauna e flora marinhas da região é explicada pelo fenômeno da "Ressurgência", que consiste no afloramento das águas das correntes frias originárias do Polo Sul, ricas em nutrientes.”
Partida: 19/5/2008 Regresso: 26/5/2008 Destino: Arraial do Cabo
Bons ventos a todos e até a volta
Fernando Costa
Extrato da newsletter n° 10/2008 de 15 de maio de 2008 - projeto "Estrela d'Alva"
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
"Imensidão Azul" - filme
O tema principal do filme é a rivalidade entre os dois grandes mergulhadores Jacques Mayol e Enzo Maiorca ( Enzo Molinari no filme ), que cresceram juntos, no fundo dos MARES da Grécia e dividem uma grande paixão pelo OCEANO. Após a morte de seu pai durante um mergulho, Jacques Mayol volta para a França. Vinte anos se passaram mas a rivalidade entres os dois amigos mergulhadores Jacques e Enzo continua viva. Os campeonatos mundiais de apnéia de Taormina e Sicília será a ocasião para que os dois homens se reencontrem e explorem um mundo que ninguém conhece melhor do que eles dois.
Acabo de ler, no site da wikipedia, que o italiano Enzo Maiorca viu e não gostou nada do filme e tentou de todas as formas impedir sua veiculação, sem sucesso. Quanto a mim gostei de umas cenas e detestei outras.
Adorei a cena de abertura do filme em preto e branco, em que o Jacques Mayol, ainda criança, mergulha única e exclusivamente para alimentar uma feliz moréia, que deu a sorte de não viver na Região dos Lagos, onde só se sai pro mar pra pescar, qualquer ser vivo, de qualquer tamanho ou espécie que se mova dentro d’água.
Velejar só durante o verão, de sunga e camiseta, sem colete salva-vidas e após se ter bebido umas boas cervejas. Ou seja do jeito que o diabo gosta. Generalizei. Dêem um desconto, que toda generalização é falha e induz ao preconceito.
Detestei a cena das namoradas do Enzo e do Jacques fofocando no banheiro, à moda dessas infindáveis novelas televisivas, que fizeram e fazem mais mal à mente do povo brasileiro, que o ópio à dos indianos.
Adorei a cena do primeiro mergulho do Jacques Mayol durante o campeonato mundial de apnéia. O diretor consegue criar um imenso suspense sem apelar para explosões, incêndios, naufrágios, perseguições automobilísticas e ataques de tubarões.
Detestei a cena que ridiculariza o mergulhador japonês que tangencia a xenofobia.
Adorei a cena do Jacques Mayol levando o corpo sem vida do Enzo ( Jean Reno ) Molinari pro fundo da MAR.
Grande ator esse Jean Reno! Não fosse ele o filme desmoronava. Queria velejar tão bem quanto o Jean Reno atua. Todos os outros atores que integram o elenco, juntos, não chegam aos tornozelos do iluminado Jean Reno. Queria escrever muito mais sobre este curioso filme, mas como tem gente reclamando da excessiva extensão das minhas newsletters, fico por aqui. Não, não, se me permitem só mais uma observaçãozinha e ponto final no artigo.
O que mais gosto neste e na maioria dos filmes franceses é que ao contrário dos filmes hollywoodianos, em vez de matraquear o tempo todo, os personagens pensam, refletem e filosofam em silêncio. Não quero dizer com isso que todo filme francês é bom. Longe de mim. Tem filme francês horrível. Lembro-me que em 2005 saí de um cinema em Paris, cinco minutos depois do início de "Peindre ou faire l'amour", apesar da presença da Sabine Azéma no elenco. Ô filmezinho ruim! Perdão B. F.!
Um abraço e até breve
Fernando Costa
Extrato da newsletter n° 9 de 1° de maio de 2008 do projeto “Estrela d’Alva”
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domingo, 11 de julho de 2010
Marinheiro feliz é marinheiro molhado - mergulho
Primeiro eu aprendi na excelente escola de vela francesa Les Glénans que “marinheiro bom é marinheiro seco.” Depois eu aprendi com os gêmeos franceses Berque que "marinheiro feliz é marinheiro molhado".
Na verdade eu acredito nas duas máximas, mas sinto cada vez mais vontade de por em prática a segunda.
- Querem conhecer o melhor exemplo desta tendência na minha humilde pessoa?
Na penúltima expedição que realizei em companhia da minha querida “Estrela d’Alva” em 2009, com destino a Búzios, caminhei ao longo de 20 das 21 praias de Búzios, quase sempre após ter pulado n’água e nadado até a margem utilizando minha prancha de surf como suporte. Fiz isso na Rasa, em Manguinhos, na Tartaruga, na Brava, em Geribá, na praia do Canto e na praia de Tucuns...
Bom, muito bom pular n’água salgada e nadar um pouco... A água da divina MAR relaxa, acalma, aumenta a autoconfiança e diminui o medo latente e as vezes exagerado que o velejador solitário sente com freqüência, principalmente quando as condições de tempo se degradam.
A gente pensa assim: - Se eu cometer um erro qualquer, por mais banal que seja, ninguém poderá me ajudar, em caso de necessidade.
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I saw and liked!
the few, the proud, the velux
http://www.sailinganarchy.com/
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Curiosamente segundo a Isabelle Autissier os velejadores solitários cometem poucos erros graves, principalmente em alto mar. Mas seja como for o medo é uma constante na vida do velejador solitário.
A propósito li algo interessante sobre o Titouan Lamazou, vencedor da primeira edição da Vendée Globe, que declarou que tinha optado pela vela em solitário, porque adorava sentir medo.
Quando eu voltar a velejar na divina MAR, o que já deveria ter feito há muito tempo, pretendo além de nadar cada vez mais na MAR, passar a mergulhar... Se nadar na MAR é agradável, mergulhar é o nirvana. Vejam!
Motivado por esse belo e histórico vídeo fiz uma pesquisa sobre mergulho na Wikipédia e selecionei três extratos sobre a história do mergulho. Leiam!
>>>O padre italiano Giovanni Alfonso Borelli foi o primeiro homem a mergulhar com segurança e conforto.
>>>Aristóteles, o notável filosofo da Grécia antiga, narrou a descida de Alexandre, o Grande, num sino de mergulho primitivo para observar a vida marinha.
>>>No ano de 1899, o francês Besnoit Rouquayrol patenteou o primeiro aparelho de respiração autônoma. Mas faltava uma válvula de alta pressão. Sem ela, não havia como equilibrar as altas pressões existentes no fundo do mar. A solução foi encontrada pelo francês Jacques-Yves Cousteau, em 1943.
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