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terça-feira, 7 de junho de 2016

A Fundação Pirata Marinheiros brilhou em três edições das Festas Marítimas de Brest - NEWS!!! do mês de junho de 2016






- Pouco antes de viajar de Fortaleza para o Rio de Janeiro há dois atrás, tive o surpreendente prazer de conhecer o Grupo Pirata, graças a um agradável encontro com seu gerente Ricardo Goellner, que concedeu-me uma curta, mas reveladora entrevista.

- O tema de nossa animada conversa foi uma elogiável inciativa do Grupo Pirata, através da sua Fundação Pirata Marinheiros, que levou uma significativa flotilha de jangadas acompanhadas de seus bravos jangadeiros cearenses a participar das

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Canção da Partida - canção - post reciclado



Minha jangada vai sair pro mar
Vou trabalhar, meu bem-querer
Se Deus quiser, quando eu voltar do mar
Um peixe bom eu vou trazer
Meus companheiros também vão voltar
E a Deus do céu vamos agradecer A ESTRELA D'ALVA me acompanha
Iluminando o meu caminho
Eu sei que nunca estou sozinho
Pois tem alguém que está pensando em mim

Dorival Caymmi



Você sabia que a Estrela d’Alva não é na realidade uma estrela, mas um planeta? Você sabia que o nome desse planeta é Vênus? Você sabia que Vênus é a deusa do Amor na mitologia grega? Você sabia que a Estrela d’Alva é o terceiro astro mais brilhante no céu da Terra após o Sol e a Lua? Você sabia que o símbolo astronômico da Estrela d’Alva ou planeta Vênus é exatamente o mesmo utilizado em biologia para designar o sexo feminino, um círculo com uma cruz virada para baixo?
Você sabia que um dia em Vênus dura mais que um ano? E agora o mais importante: Você sabia que um veleirinho muito parecido com a “Estrela d’Alva”, chamado “Vaurien”, que foi fabricado aos milhares a partir da década de 50 do século passado, mudou para melhor a história da vela na França. Atualmente 75% dos veleiros navegando pelo mundo são franceses, contra 0.001% de brasileiros. Estatíscas a confirmar. Se você me “jurar” que já sabia de tudo isso, parabéns, seu prêmio será um passeio em volta da ilha dos Papagaios, a bordo da canoa alada “Estrela d’Alva”. Precisa ter coragem, viu? Que a "Estrela d'Alva" apesar de indômita é instável e eu costumo velejar com ela à la Tabarly, ou seja com tudo em cima.

Fernando Costa

Newsletter n° 7 de 3 de abril de 2008 - projeto "Estrela d'Alva"

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A balsa da medusa, tragédia na MAR - pintura


Pintura de Théodore GÉRICAULT     link-da-imagem

Salve amigos blogueiros, colaboradores, seguidores e leitores deste nosso blog dedicado à divina MAR, à inteligente VELA e ao sagrado MEIO-AMBIENTE!

Eu já havia publicado este post em 14/8 do corrente ano, mas decidi republicá-lo agora a título de contraponto ao post anterior, SHACKLETON AGAIN.
- Porque?
- Porque se Ernest Shackleton foi a luz da razão, Hugues Chaumareys foi a sombra da mais absurda incoerência.
 Se Ernest Shackleton alcançou a excelência, quase divina, em termos de liderança, Hugues Chaumareys mergulhou no mais profundo poço da incapacidade humana.
 Se Ernest Shackleton foi o mais dedicado dos chefes, Hugues Chaumareys foi o mais precipitado, irresponsável e incompetente dos mandantes.
Se Ernest Shackleton realizou o mais ousado, inteligente, bem sucedido e heróico dos resgates, Hugues Chaumareys foi o responsável pela pior tragédia da História Marítima de todos os tempos e lugares. 
Enquanto Ernest Shackleton perdeu apenas seu navio "Endurance", preservando todas as vidas humanas sob sua responsabilidade, Hugues Chaumareys além de perder o navio "Méduse", causou a morte de dezenas de seus tripulantes, da forma mais grotesca possível, incluindo o canibalismo.
Pensem no mais cruel dos serial-killers, Ted Bundy que assassinou mais de 30 jovens mulheres, antes ou depois de tê-las estuprado e agredido com um golpe de pé-de-cabra na cabeça, Hugues Chaumareys fez pior.
Enfim se Ernest Shackleton foi o rei dos anjos da guarda, Hugues Chaumareys foi o demônio mais perverso e malvado que já existiu.
- E qual foi o maior crime de Hugues Chaumareys?
- A incompetência.
Penso o seguinte, todos aqueles que pretendem chefiar um barco em viagem longa ou curta na MAR, deveriam todos os dias de suas vidas estudar a brilhante biografia de Ernest Shackleton e a seguir a obscura biografia do Hugues Chaumareys antes de dormir. Sim, sim claro que sim, teriam terríveis pesadelos durante a noite. Mas melhor, muito melhor amargar pesadelos virtuais, que vivê-los no mundo real.
- Concordam?
 Fim do prólogo.

A TERRÍVEL ESTÓRIA DA BALSA DA MEDUSA

Antes do Titanic, houve um naufrágio que, tragicamente, entrou para os anais dos grandes desastres marítimos.

Foi a notícia mais terrível de 1816: a fragata Medusa nau­fragara quase no fim da sua viagem entre a França e o Senegal.

A tragédia, ocorrida na ensolarada manhã de 2 de julho, deveu-se à superlota­ção e à imperícia do Comandante Hugues Chaumareys, um protegi­do de Luís XVIII, rei da França.
Sabe-se que aproximadamente quatrocentos passageiros estavam à bordo, na então considerada a mais rápida e moderna embarcação de todos os tempos.

As 147 pessoas que não conseguiram lugar nos botes salva-vidas amontoaram-se em uma pequena jangada construída precariamente com tábuas, cordas e partes do mastro no qual ainda tremulavam pedaços da vela. Chamaram-na "A balsa da Medusa".

Esfomeados e sem água para beber, muitos brigaram por um único pacote de biscoitos.
Na escuridão da primeira noite, vinte dos que se equilibravam nas bordas da jangada desapareceram no oceano.
No segundo dia, 65 dos sobreviventes foram mortos a tiros pelos oficiais: aparentemente haviam enlouquecido e, furio­sos, tentaram destruir a jangada.

Dentre os náufragos famintos, desidratados e queimados pelo sol, estava o médico Jean-Baptiste Henry Savigny, que assumiu a liderança dos desesperados e, de imediato, mandou que to­dos bebessem água da MAR diluída com urina, para diminuir os efeitos da desidratação.

O Dr. Savigny começou, então, a dissecar os corpos dos que iam morrendo e a dependurar as tiras de carne para secar ao sol e depois serem consumidas como...
 
continua em  link-do-texto
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