terça-feira, 19 de julho de 2016

Ecotransat, o primeiro veleiro em fibra vegetal







- Como já lhes disse inúmeras vezes, penso que o BARCO À VELA é um dos objetos mais charmosos que a mão do homem já construiu.

- Também penso que o BARCO À VELA é o rei dos brinquedos para ambos os sexos e todas as
idades.

- Também penso que o BARCO À VELA é um veículo dos mais inteligentes, porque ecologicamente correto.

- Sim porque é um veículo movido a energia renovável e não poluente.

- Mas, tem sempre um mas, mas e os veleiros feitos de fibra de vidro, de reciclagem praticamente impossível e que depois de muito usados e abandonados no meio ambiente, transformam-se em fonte quase eterna de poluição?

- Parece que a empresa francesa Ecotransat* encontrou a melhor solução para esse grave problema.

- Qual?

- Construir um veleiro em fibra vegetal.

- Curiosos pra saber mais a respeito.

- Basta ler (em francês) a matéria abaixo.

- Ei, não desanimem, francês é uma língua irmã do português.

- Com um pouco de paciência a gente entende quase tudo.

- E depois o Google Translate está aí pra nos ajudar.

- Não é verdade?

Fernando Costa



EcoTransat veut créer le 1er voilier en fibre végétale

EcoTransat, qui va bientôt boucler une opération de financement participatif, intègre l’incubateur de l’École des Mines d’Alès. Le projet collaboratif, dévoilé le 21 juin, vise à créer la 1ère gamme de voiliers nouvelle génération, en matériaux composites biosourcés et recyclables.

Concevoir et fabriquer les premiers voiliers écologiques en fibres naturelles et recyclables, telle est l'ambition d'EcoTransat, un projet collaboratif initié par trois associés : Gilles Melon, constructeur de bateaux, Michel Dupoirieux, ex-directeur de l'Union régionale des Scop Languedoc-Roussillon et passionné de mer, et Pierre-Julien Vandenburie, technicien en construction de voiliers.

« Aujourd'hui, 95 % des bateaux sont en fibre de verre, énonce Michel Dupoirieux à l'occasion d'une présentation du projet à la presse le 21 juin. Chaque année, 20 000 bateaux hors d'usage stagnent dans les ports de France ! De véritables cimetières de bateaux trop chers à démanteler... Et même une fois retirés, ces navires, fabriqués en matériaux composites issus de la pétrochimie, sont difficiles à... LINK

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