sábado, 2 de maio de 2015

Bote de apoio - Pensando Alto 2



Atlântico Norte - 2013 - foto de Fernando Costa




Manobrar um bote de apoio do veleiro pra terra e de terra pro veleiro, pode ser mais difícil e perigoso que atravessar um oceano. 

Sinceramente? 


Se estivesse ao meu alcance, eu daria uma carteirinha de Capitão Amador a todos os marujos que soubessem manobrar um bote de apoio em todas as situações que MAR e VENTO criam pra nos testar as competências náuticas.


Ontem por exemplo, quase caí n'água quando passei das pedras da Urca pro meu* botinho de apoio atual, que é um dinghy caravela 1.7, de autoria de mestre Cabinho.


Fácil não amigos.

- Lembro que um certo skipper esqueceu de amarrar seu bote-de-apoio, que mais parecia duas linguiças gigantes mal recheadas, numa certa praia da Ilha Grande, justamente numa noite de lua cheia...

- Perguntem-me se o bote ainda estava na praia quando ele voltou de madrugada, após a preamar de sizígia, já meio borracho.

- Mas é claro que não! 

- Ha ha ha ha ha!

Fernando Costa

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