quarta-feira, 4 de março de 2015

Ordem de Santiago - 30 números favoritos da excelente revista portuguesa OCEANOS 4


Leia uma introdução a esta série de 30 posts clicando aqui.


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"Mais ia por diante o monstro horrendo,
Dizendo nossos Fados, quando, alçado,
Lhe disse eu: - «Quem és tu? Que esse estupendo
Corpo, certo me tem maravilhado!»"

Luís de Camões em "Os Lusíadas"


4 - Ordem de Santiago, Lisboa, CNCDP, Julho de 1990

FERREIRA, António Mega, [Editorial], p. 3.
“Grupo de Trabalho prepara estudo de viabilidade”,  p. 7.
“Portugal e a construção do Mundo Moderno”,  p. 10.
"Portugal – Brazil: «The Age of Atlantic Discoveries»”,  p. 11.
“A semana do Portugal das
Descobertas”,  p. 12.
“Les Découvertes Portugaises Dans Le Monde",  p. 12.
“Calendário das exposições a realizar no estrangeiro (Julho/Setembro)”,  p. 12.
“Um projecto descentralizado”,  p. 13.
“«Primacías de América en la Española 1492 – 1542». Exposição na Casa dos Bicos”,  p. 16.
“Macau em Lisboa”,  p. 16.
“Inscrição portuguesa descoberta na África do Sul”,  pp. 17 – 18.
“Prémios de Investigação D. João de Castro”,  pp. 19 – 20.
“«Camões constituiu uma ponte de nós para os outros»”,  pp. 20 – 22.
“Com a passagem do Cabo da Boa Esperança encontrou-se a chave da Idade Moderna”,  pp. 22 – 23.
“«Editadas Actas sobre Bartolomeu Dias»”, Comércio do Porto (21/04/90),  p. 24.
“«Descobrimentos: apoio a projectos de investigação»”, Jornal de Letras (02/04/90),  p. 24.
“«Pasta didáctica ensina Descobertas»”, Diário de Notícias (18/04/90),  p. 24.
CARDOSO, António, “As Comemorações de Bartolomeu Dias foram mal comemoradas”, Correio da Manhã (05/04/90),  p. 24.
“«Expansão ibérica celebrada em comum»”, Diário de Notícias, (09/04/90),  p. 25.
VELEZ, João Paulo, “«Três locais em alternativa»”, O Público, (20/04/90),  p. 25.
“«Descobrimentos têm plano a médio prazo»”, Diário de Lisboa, (10/03/90),  p. 26.
“«Descobertas na cooperação»”, O Público, (10/04/90),  p. 26.
PINHARANDA, João, “À Bolina”, O Público, (27/03/90),  p. 26.
“«Ricci faz catálogo sobre Descobrimentos»”, Público, (10/03/90),  p. 27.
“«Torre do Tombo edita livro comemorativo»”, Diário de Notícias, (05/05/90),  p. 27.
NÓBREGA, Tolentino de, “«O português como língua de encontros»”, O Público, (06/06/90),  p. 27.
PEREIRA, António Collares, “«A missão e a comissão»”, O Dia, (14/04/90),  p. 27.
PAVIOT, Jacques, “As relações económicas entre Portugal e a Flandres no séc. XV”,  pp. 28 – 34.
GOULÃO, Maria-José, “Ourivesaria Luso-Brasileira no Rio da Prata”,  pp. 36 – 42.
PEREIRA, Paulo, “A esfera armilar na arquitectura do tempo de D. Manuel”,  pp. 43 – 50.
REIS, António Estácio dos, “A mais antiga agulha de marear portuguesa”,  pp. 53 – 55.
MATOS, José Sarmento de, “A ordem Santiago”,  pp. 56 – 57.
PIMENTA, Maria Cristina Gomes, “A Ordem de Santiago em Portugal”,  pp. 58 – 63.
BRANCO, Manuel de Silva Castelo, “A Ordem de Santiago e a Índia”,  pp. 64 – 65.
PEREIRA, Fernando António Baptista, “O Retábulo de Santiago”,  pp. 66 – 74.
SERRÃO, Vitor, “A «Criação do Homem»: de Gregório Lopes”,  pp. 76 – 81.
TÁVORA, Luiz de Lancastre e (Marquês de Abrantes), “O senhor D. Jorge”,  pp. 82 – 92.
OLIVAL, Fernanda, “A Ordem de Santiago e o Sal do Sado”,  pp. 93 – 96.
ANTUNES, Luís Pequito, “O património construído da Ordem de Santiago”,  pp. 97 – 101.
MATOS, José Sarmento de, “Hospitais de Lisboa no Século XV”,  p. 102.
SALGADO, Anastácia Mestrinho e SALGADO, Abílio José, “Hospitais de Lisboa até ao séc. XV”,  pp. 103 – 109.
NOGUEIRA, Paulo, “O Preço do Céu”,  pp. 111 – 112.
MATOS, José Sarmento de, “Comemorar as Comemorações”,  pp. 114 – 115.
GOMES, Paulo Varela, “«Os Lusíadas» segundo Vieira Portuense”,  pp. 116 – 122.
ALBUQUERQUE, Luís de, “Martim Behaim (1459 – 1507). Seefahrer. Entdecker. Kosmograph”,  p. 123.
ALBUQUERQUE, Luís de, “Die Suche Nach Dem Reiche Des Priesterkönigs Johannes (Dargestellt anhand von Reiseberichten und anderer ethnographischen Quellen des 12. bis 17. Jahrhunderts)”,  p. 125.
GARCIA, José Manuel, “«As Viagens Portuguesas à América»”,  p. 126.
LEMOS, Virgílio de, “Sophia: «As navegações portuguesas foram uma epopeia do espanto»”, [Entrevista a Sophia de Mello Breyner Andresen],  p. 127 – 130.

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