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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Por mares nunca doutro lenho arados - "Os Lusíadas" de Luís de Camões




Ele começa: Ó gente, que a natura 
Vizinha fez de meu paterno ninho, 
Que destino tão grande ou que ventura 
Vos trouxe a cometerdes tal caminho? 
Não é sem causa, não, oculta e escura, 
Vir do longínquo Tejo e ignoto Minho, 
Por mares nunca doutro lenho arados, 
A Reinos tão remotos e apartados. 

CANTO SÉTIMO - ESTROFE 30


- Para o deleite daqueles que, como eu, adoram "Os Lusíadas"...
- Quantos no mundo inteiro, cinco, dez, cem?
- Trezentos?
- Tudo isso, gente?
- Não entendo porque essa dificuldade que
muitos encontram em gostar desse longo e saboroso poema.
- Mas como eu dizia, para o deleite daqueles, que como eu adoram "Os Lusíadas", do grande Luís de Camões, aqui vai mais uma das minhas estrofes prediletas.
- Quem desejar ler o poema inteiro, nos seus dez cantos e mais, muito mais, de mil estrofes, o texto completo encontra-se na providencial WIKISOURCE, com leitura e download grátis.
- Acho que já sei porque tantos não gostam, ou pensam que não gostam de "Os Lusíadas".
- Porque ele é longo.
- Sim, sim, "Os Lusíadas" é um poema tão longo como a costa brasileira.
- Mas como a costa brasileira, também é belo.
- Belo, erótico, engraçado, emocionante e cheio de surpresas agradáveis.
- Será que com este post consegui tirar ao menos um brasileiro de diante da tela da maldita TV.
- Tava assistindo o que amigo leitor, desculpe perguntar, telenovela?
- Sabia!
- Ópio do povo brasileiro há mais de 50 anos.
- Que horror!

Fernando Costa

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