sábado, 1 de agosto de 2015

Explicando a série "Os 30 geniais inventores da Navegação Astronômica" - news do mês de agosto 1






EXPLICANDO A SÉRIE "OS TRINTA GENIAIS INVENTORES DA NAVEGAÇÃO ASTRONÔMICA"

- Muito bom dia amigas e amigos leitores deste oceânico serial blog!



- Não sei se vocês já notaram, mas minha nova paixão chama-se Astronomia, que é a mais
antiga das ciências do mundo.



- A mais antiga e também a mais bela, poética e romântica, não é verdade?



- Acabo de pesquisar, esta é a quarta série que dedico à Navegação Astronômica e com certeza não será a última.



- Desta feita, vamos homenagear todos os gênios do bem, que contribuíram, ao longo dos últimos 6.000 anos, para que a magia-artístico-científica-da-navegação em alta* MAR, sem nenhum ponto de terra à vista, fosse possível.

- Graças a eles, tornou-se possível a gente se orientar em pleno oceano através da observação dos astros...

- De quais astros estamos falando?



- Do Sol, da Lua, dos planetas Vênus (a popular "Estrela d'Alva"), Marte, Júpiter, Saturno e de mais 57 estrelas.



- Aqui entre nós, penso que Deus só "pendurou" os astros no céu, pra que a gente pudesse um dia brincar de atravessar os oceanos da Terra.



- GPS?



- Que mané GPS?



- Que graça tem você navegar à custa do GPS?



- E quem é que precisa de GPS, com tantos astros brilhando no firmamento?



- Meu mais novo sonho é atravessar o Oceano Atlântico em solitário, à vela e guiado pelos astros, sem jamais ligar o maldito motor, sem jamais apelar pro famigerado GPS.



- E vocês tem sonhado em realizar qual nova e ousada aventura ultimamente?



- Sabiam que a vida só vale a pena, quando a gente realiza seus sonhos mais ousados?



Fernando Costa

- Ontem à noite, pra festejar o advento desta nova série, "preparei o céu" com todo carinho e hoje de manhã, levantei-me 50 minutos antes do início do "crepúsculo civil" especialmente pra observar os astros...

 - Peguei do meu modelo de cálculo, mais uma caneta, mais uma lanterna e ouvindo todo alegre a divina Bachianas Brasileiras nº 4 do genial Villa-Lobos em meu headfone, olhei pro céu emocionado às 06 h 04 m (Hleg) , crente que ia ver Capella, "a pequena cabra", aos 000º, Polux, "filho do todo poderoso Zeus e irmão gêmeo de Castor", aos 037º, Procion, "aquele que precede o cão maior - Sirius", aos 055º, Suhail, "o mastro do navio Naus", aos 128º, Canopus, "cidade do antigo Egito", aos 162º, Achernar, "a foz do rio Eridanus", aos 214º e Hamal , "o carneiro grande", aos 312º.

- E o que foi que eu vi, colegas navegantes?

- Nada!

- Sim eu disse nada mesmo, absolutamente nada!

- Porque?

- Havia o maior nevoeiro envolvendo a baía de Guanabara, bem no dia primeiro de agosto de 2015 e também primeiro dia que escolhi pra observar solenemente os astros, depois que me apaixonei pela Navegação Astronômica.

- Para sublinhar da pior forma possível minha decepção, três pseudo-barcos-pesqueiros* ligaram o maldito motor ao mesmo tempo, a menos de cem jardas do "Asterix", onde moro atualmente graças à gentileza do nosso amigo Marcelo...

- Aceitar o nevoeiro, tubo bem eu aceito é obra da mãe natureza, é fatal, é necessário, é bom, mesmo quando faz mal, mas três motores ligados queimando combustível fósseil ao mesmo tempo bem debaixo do meu nariz, é dose pra leão-marinho.

- Fechei todas as escotilhas do "Asterix" o mais rápido possível, apelei pras minhas amigas do ASMR e voltei a dormir profundamente, que é o melhor que a gente pode fazer após uma grande decepção.

- Porque dormir é parecido com morrer... 

- A gente não desespera, não padece, não sofre, não pena, não se martiriza...

- O nirvana...

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