sábado, 30 de agosto de 2014

Mais um solitário foi pras pedras! - NEWS do mês de agosto 10 - post de número 5.000!!!






- Muito boa noite de sábado, amigas e amigos leitores!

- Não sei se vocês vão acreditar, mas este é nosso post de nº 5.000.


- Lembram-se de quanto tempo faz que este

oceânico blog existe?

- Não?


- Vou refrescar-lhes a memória.


- Desde 1º de julho de 2010.


- Ou seja, faz quatro (4) anos e dois (2) meses que inauguramos este blog.


- Ou se preferirem exatos cinquenta (50) meses.


- Cinquenta (50) meses ao longo dos quais publicamos exatos cem (100) posts por mês, em todos os meses.


- Acreditam?


- Nem eu!


- Infelizmente, tenho de comunicar-lhes um fato dos mais tristes, neste momento que deveria ser alegre.


- Qual?


- O velejador solitário suíço Yvan Bourgnon, que tentava fechar uma volta ao mundo (que ele começou em dupla) a bordo de um pequeno catamarã de esporte chamado "Ma Louloutte", foi pras pedras no Sri Lanka.


- Ou seja, seu sonho acabou com um trágico naufrágio.


- Pior impossível!


- Tem coisa mais lamentável que um naufrágio, neste mundo de Deus e do diabo idem?


- Razão tem quem diz que o sono "é o prelúdio da morte".


-  E também tem razão quem diz que o melhor amigo do velejador solitário é o sono e a falta de sono sua pior inimiga.


- Francis Joyon, o velejador mais rápido do mundo atualmente, dormiu e foi pras pedras.


- Nosso grande guru Moitessier, dormiu duas vezes e duas vezes foi pras pedras.


- Nossa amiga Eva Kullgren dormiu uma vez e deu sorte, foi pra areia de uma praia da Espanha em pleno estreito de Gibraltar.


- Leiam a respeito a matéria abaixo, redigida em francês, logo muito fácil de entender, porque português e francês são idiomas latinos e portanto línguas-irmãs.


Fernando Costa



Yvan Bourgnon : «Bêtement, je me suis dit que j’allais me reposer»


Le skipper suisse Yvan Bourgnon avait quitté Les Sables-d’Olonne à l’automne dernier pour relever un défi ambitieux : boucler un tour du monde en cata de sport. Début août, il s’est échoué au Sri Lanka. Récit.



Il fait nuit noire, le 1er août dernier, quand la voix déchirante d’Yvan Bourgnon, 43 ans, remplit tout l’espace.  «Oh p*** ! Mon bateau ! Fais ch*** ! P*** ! Me suis échoué comme un c*** ! Mon bateau est mort, mais c’est pas vrai ! Mais comment c’est possible, ça ?! P*** ! Je me suis endormi cinq minutes ! Cinq minutes et je me suis... LINK


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