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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Alguém ainda não visitou o belo e imponente Museu do Amanhã?





- Bom dia amigas e amigos leitores deste oceânico blog dedicado à* divina* MAR, ao inteligente BARCO À VELA e ao sagrado MEIO AMBIENTE.

- Adivinhem qual das curiosidades do Rio de Janeiro visitei pela primeira vez ontem à tarde?


- Acertou quem disse o “Museu do Amanhã”.

- Se gostei do “Museu do Amanhã”?

- De alguns tópicos sim, de outros não.

- “First of all” gostei do conteúdo ideológico e científico da exposição permanente, que se eu entendi bem, nos diz algo assim:

- “O futuro é hoje e nós todos, habitantes do planeta Terra, estamos literalmente fo*;¨%@!

- Gostei do projeto arquitetônico do edifício do museu, de autoria do espanhol Santiago Calatrava, que lembra-me um navio.

- Se me lembrasse de um navio-à-vela, que é o objeto mais charmoso que a mão do homem já produziu, seria perfeito, mas infelizmente não é o caso, pois lembrou-me um navio a motor, com o perdão da feia e suja palavra motor*. 

- Não gostei do fato de 99% das instalações visíveis nas salas de exposição serem absolutamente estáticas, com exceção daquele* hipnotizante tecido diáfano, translúcido e esvoaçante que deliciou-me a vista e do qual fiz várias fotos.

- Do que é que estamos falando?

- Da obra-prima* do museu, de autoria de Daniel Wurtzel que representa os fluíres* do nosso planeta Terra, que deveria chamar-se ÁGUA: movimento das placas tectônicas, das marés, dos ventos e da luz.

- Mas se tudo no universo se move full-time*, porque uma exposição que fala do cosmos, de galáxias, estrelas, planetas e do meio ambiente terráqueo deveria ser predominantemente estática?

- Pra mim que sou, e sempre fui apaixonado pelos aéreos e dinâmicos móbiles, isso significa falta de ousadia.

- Eu, se gozasse de toda liberdade do mundo, instalaria agora mesmo duas versões do móbile dos meus sonhos nas duas pontas-cabeças do edifício do museu.

- Gostei do imenso espelho d’água que enfeita a parte norte do museu, mas não gostei do fato dele ser tão raso e estar com o fundo sujo...

- Adorei o módulo da exposição intitulado “Poeta Voador” em homenagem a Santos Dumont e com certeza voltarei lá pra “fazer a festa”, se é que entendem o que digo.

- Entendem?

- Se alguém de fato entendeu o que eu quis dizer com "fazer a festa" no parágrafo acima, ganha um pedaço de bolo, sem açúcar, sem glutamato de monossódico, sem glúten, sem sódio, sem corantes, sem nada que faça mal à saúde.

- Odiei o cheiro de esgoto que a baía de Guanabara exala  o tempo todo, comprometendo o prazer de se passear pelo longo calçadão que circunscreve o prédio do museu.

- Não gostei da compleição física das pessoas que visitavam o museu.

- A maioria absoluta era de obesos ou magricelos, todos amorfos, nervosos e angustiados.

- Gente de saúde precária, que não pratica esportes e alimenta-se da pior forma possível.

- Gente que nunca teve notícia do ideal olímpico "mens sana in corpore sano".

- Gente que sobre-vive num meio ambiente altamente corrompido e contaminado.

- Mas o que mais me decepcionou foi a falta de visão interativa e sinérgica sobre os 32 fatores* que comprometem o meio ambiente.

- A maioria deles são analisados em separado, como sempre, o que é lamentável.

- Tomei nota de vários outras observações importantes, mas como o autor não deve dizer tudo que pensa, encerro meu excêntrico discurso por aqui mesmo.

- Qual minha nota final para o carioca Museu do Amanhã?

- De zero a dez, 5,5.

- Ou seja, passou, mas passou raspando.

Fernando Costa

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