segunda-feira, 9 de maio de 2016

Bertrand Delesne do "TeamWork40" - 30 perguntas para 30 participantes da Transat Jacques Vabre 2015 (em tempo)



Sylvie Viant, Nils Palmieri e Bertrand Delesne, durante a regata Jacques Vabre - Itajaí - 21 de novembro de 2015 - foto de Fernando Costa


Fernando Costa - Quando você encontra com marujos importantes como por exemplo François Gabart, Vincent Riou, Michel Desjoyeaux, Christophe Auguin, Alain Gautier, Titouan Lamazou, que navegam ou navegaram a bordo de veleiros muito maiores que o seu, e cruzaram a linha de chegada muito antes de você, você os olha assim, humildemente de baixo pra cima ou ao contrário assim, orgulhosamente de cima pra baixo?

Bertrand Delesne - As estórias sobre velejadores de legenda como, por exemplo, Francis Joyon que eu admiro desde quando eu era garoto, me fizeram sonhar e com certeza me motivaram a escolher a
profissão de
velejador de alta* MAR. Na qualidade de espectador das grandes regatas de volta ao mundo, como a famosa "Vendée Globe", eu os com grande admiração, para esses importantes navegantes. Porque mesmo sabendo que a vela é um esporte mecânico, mesmo levando em conta que eles contaram com o auxílio de uma ótima equipe técnica durante a preparação do veleiro e foram financiados por patrocinadores de peso, mesmo assim, nós sabemos que conduzir um Open 60 sobre as tempestuosas mares das baixas latitudes, requer altas doses de experiência, coragem e know-how. 

http://www.teamwork40.com/

(tradução livre e reinterpretação do depoimento de Bertrand Delesne feitos por Fernando Costa)

- Agradeço à jornalista suíça Barbara Fournier e ao navegante francês Arnaud Babin pela preciosa ajuda. 


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