terça-feira, 5 de abril de 2016

Navegar sem um bom Leme-de-vento? Nada feito! - 30 memórias sobre a mais difícil, pra não dizer impossível, das minhas travessias OCEÂNICAS





- Falemos de outro aspecto positivo de nossa travessia.

- Falemos do aprendizado.

- E o que foi que eu aprendi de mais
importante, navegando entre João Pessoa da Paraíba e São Luís do Maranhão entre 20 e 30 de março de 2016 a bordo do veleiro francês "Carlitos"?

- Aprendi que partir pra uma longa travessia oceânica, sem um bom piloto-automático + um excelente leme-de-vento, ambos em ótimo estado de conservação e funcionamento, equivale a abrir uma enorme escotilha pro insucesso invadir nosso barco.

- Em função disso, já que não gosto de depender de nada que funcione a motor, decidi tornar-me Doutor-Honoris-Causa* em leme-de-vento.

- Vou ter de começar do zero, porque apesar de já ter navegado a bordo de 1, 2, 3.... 13 veleiros, jamais vi um leme-de-vento funcionando a contento.

- Na verdade nenhum desses 13 veleiros-de-cruzeiro possuía leme-de-vento.

- E vocês, colegas navegantes, o que vocês teriam a me ensinar sobre o assunto?

Fernando Costa

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