quarta-feira, 22 de julho de 2015

Latitude pelas alturas circum-meridianas - 30 problemas básicos de Navegação Astronômica para você se divertir 22







PROBLEMA Nº 22 - LATITUDE PELAS ALTURAS
CIRCUM-MERIDIANAS*

Um velejador solitário, cujo único GPS entrou em pane (que tragédia! :)) navegando a aproximadamente 240 milhas a oeste da ilha espanhola de La Gomera, com destino ao Caribe (corajoso, pra não dizer louco, este velejador solitário, navegando rumo ao Caribe em plena temporada dos furacões*), no dia de hoje, 22 de julho de 2015, fez uma observação circum-meridiana do Sol*, no momento em que seu cronômetro marcava 13h 12m 29,0s, tendo registrado os seguintes dados referentes à
observação:

Latitude estimada = 28º 06,0' N 

Ea (estado absoluto) = + 00h 13m 31,0s
Longitude estimada = 021º 12,0' 
ai (altura instrumental) = 75º 06,6' (limbo superior)
Rumo = 270º 
ei (erro instrumental) = - 1,3'
Velocidade = 12,7 nós
Elevação = 2,3 metros

Com base nos dados acima, calcule:

1 -  O tempo limite (T lim) para observação circum-meridiana (pelo processo aproximado)


2 - a Latitude observada e o instante legal a que deve ser referida


3 - a Latitude meridiana e o instante legal a que deve ser referida.


Obs - Os dados acima foram escolhidos aleatoriamente por mim, pode ser que o problema não seja solúvel ou forneça resultados incoerentes. Mais tarde farei uma revisão desses dados, após solucionar o problema. Até lá aceito sugestões para corrigir os dados atuais.



- Encontre a solução para um problema semelhante a
este no capítulo 25, página 774 do livro "Navegação Ciência e Arte", volume II, de autoria de Altineu Pires Miguens. 

- Detalhe, você poderá baixar gratuitamente o livro "Navegação Ciência e Arte", volume II, aqui e o Almanaque Náutico Brasileiro para 2015 aqui.

- Feliz?

- O quê?!!!!

-  Ainda não se deu conta, que a Navegação Astronômica é o rei dos jogos?

- Alô! Acorda Alice!

Fernando Costa

Leia uma explicação para esta série de 30 posts clicando aqui.

LATITUDE PELAS ALTURAS CIRCUM-MERIDIANAS*

Nem sempre o Sol está visível por ocasião de sua passagem pelo meridiano; é,

portanto, prudente observar sempre uma altura do Sol nas proximidades do meridiano, dentro dos limites em que se pode, mediante uma determinada correção, passar dessa altura à que deveria ter o Sol na ocasião de sua passagem meridiana, calculando-se, então, com essa altura, a Latitude do local. 

A este processo denomina-se redução ao meridiano. 


A observação utilizada para redução ao meridiano recebe o nome de observação circumeridiana.


Antes de se fazer uma observação circumeridiana, é preciso calcular o tempo

limite dessa observação, ou seja, o ângulo no pólo antes ou depois da passagem meridiana quando uma observação circumeridiana pode ser feita e reduzida ao meridiano.

TEMPORADA DE FURACÕES NO CARIBE*

A temporada de furacões no Atlântico é um período de cada ano quando ciclones tropicais (neste caso furacões) se formam normalmente no Oceano Atlântico norte. 

A temporada de furacões no Atlântico começa oficialmente em 1 de Junho e termina em 30 de Novembro de cada ano. Cerca de 97% dos sistemas tropicais formam-se neste período de cada ano.

 Os sistemas tropicais no Atlântico norte são monitorados pelo Centro Meteorológico Regional Especializado de Miami, Estados Unidos, controlado pelo Centro Nacional de Furacões.

Em média, 10,1 tempestades tropicais dotadas de nome se formam durante a temporada, sendo que 5,9 delas se tornam furacões e, destas, 2,5 se tornam furacões "maiores". O pico estatístico da temporada ocorre em 10 de Setembro. (WIKIPEDIA)



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