sábado, 23 de maio de 2015

MADAGASCAR - 30 das 100 belas ilhas que pretendo visitar antes de morrer 23






MADAGASCAR


Madagáscar (português europeu) ou Madagascar (português brasileiro), oficialmente República de Madagáscar /Madagascar (malgaxe: Repoblikan'i Madagasikara; francês: République de Madagascar), anteriormente conhecida como República Malgaxe, é um país insular no Oceano Índico, que ocupa a maior ilha do continente africano, situada ao largo da costa sudeste da África.

Ademais da ilha de Madagascar (a maior ilha da África e a quarta maior do mundo), o país compreende numerosas
ilhas periféricas menores. Após o desmembramento pré-histórico do supercontinente Gondwana, Madagascar se separou da Índia cerca de 88 milhões de anos atrás, permitindo que plantas e animais nativos evoluíssem em relativo isolamento. Consequentemente, Madagascar é um hotspot de biodiversidade; mais de 90 por cento de sua vida selvagem não é encontrada em nenhum outro lugar na Terra. Diversos ecossistemas da ilha estão ameaçados pelo avanço do rápido crescimento da população humana, bem como pelo recém-descoberto sapo-cururu que, segundo os pesquisadores, "poderia causar estragos na biodiversidade única de Madagascar".

O assentamento humano inicial de Madagascar ocorreu entre 350 a.C. e 550 d.C. por povos austronésios que chegaram em canoas de Bornéu. A estes juntaram-se, em torno de 1000 d.C., imigrantes bantos que cruzaram o Canal de Moçambique. Outros grupos continuaram a se estabelecer em Madagascar ao longo do tempo, cada um fazendo contribuições duradouras para a vida cultural malgaxe. O grupo étnico malgaxe é frequentemente dividido em dezoito ou mais subgrupos dos quais o maior é o merina do planalto central. 

Até o final do século XVIII, a ilha de Madagascar foi governado por uma variedade fragmentada de alianças sócio-políticas. A partir do início do século XIX, a maior parte da ilha foi unida e governada como Reino de Madagascar por uma série de nobres de Merina. A monarquia entrou em colapso em 1897, quando a ilha foi absorvida pelo império colonial francês, da qual a ilha se tornou independente em 1960. O estado autônomo de Madagascar desde então passou por quatro grandes períodos constitucionais, denominados repúblicas. Desde 1992, o país foi oficialmente governado como uma democracia constitucional a partir de sua capital em Antananarivo. No entanto, em um levante popular em 2009, o último presidente eleito Marc Ravalomanana foi demitido e o poder presidencial foi transferido em março de 2009 para Andry Rajoelina, em um movimento amplamente visto pela comunidade internacional como um golpe de Estado. 

Em 2012, a população de Madagascar foi estimada em pouco mais de 22 milhões, 90 por cento dos quais vivem com menos de dois dólares por dia. Malgaxe e francês são ambas línguas oficiais do Estado. A maioria da população segue crenças tradicionais, o cristianismo, ou uma fusão de ambos. Ecoturismo e agricultura, emparelhado com maiores investimentos em educação, saúde e iniciativa privada, são elementos-chave da estratégia de desenvolvimento de Madagáscar. Sob Ravalomanana esses investimentos produziram um crescimento econômico substancial, mas os benefícios não foram uniformemente espalhados por toda a população, produzindo tensões sobre o aumento do custo de vida e declínio do nível de vida entre os pobres e alguns segmentos da classe média.


Topônimos

Madagáscar era o nome que o André Filipe Passos Jerónimo deu à ilha (1502) e deriva do latim medieval: era o nome de uma ilha imaginária na região por volta de 1500 que identificou a Madagáscar atual. Por sua vez, o nome latino, derivado de "Madeigascar" (também Madagosho, Madagascar), que era o nome de um reino insular Africano mencionado por Marco Polo, em seu livro (século XIII).

História


A população que vive em Madagascar resulta da mistura de malaio-indonésios que chegaram à ilha no primeiro milênio da era cristã com os habitantes que se originaram da região entre a África e a Península Arábica. No século XII, foram estabelecidos em seu litoral os comerciantes que vieram da Arábia. O primeiro descobridor europeu da ilha foi o português Diogo Dias, em 1500. No século XVI, diversos portugueses, neerlandeses e franceses tentaram a implantação fracassada de colônias no litoral malgaxe. No século XVII, um núcleo no norte da ilha foi estabelecido com sucesso pela França, mas o poder monárquico dos hovas limitou a esfera de influência francesa no planalto central. Nesse mesmo século e no princípio do XVIII, Madagascar foi ponto de frequência de piratas como John Avery, o capitão Misson e William Kidd.

A constituição dos vastos reinos malgaxes foi favorecida pelo comércio de escravos e armas. O de Merina, que o rei Andrianampoinimerina (1787-1810) unificou, foi transformado no reino dominante. O filho daquele soberano, Radama I (1810-1828), teve sucesso ao ser ajudado pelos britânicos que administravam as ilhas Maurício e controlou ele mesmo a maioria do território insular de Madagascar. No início da década de 1860, o reino foi aberto por Radama II aos europeus e em especial a uma companhia comercial com sede na França, a que tratou privilegiadamente. Em 1868, o controle do litoral noroeste foi cedido pelo reino de Merina aos... LINK 

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