sexta-feira, 20 de março de 2015

João de Barros - 30 números favoritos da excelente revista portuguesa OCEANOS 20


Leia uma introdução a esta série de 30 posts clicando aqui.


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“Algumas destas ilhas lançam fogo no cume de sua maior altura, assi* como a Batochina do Moro e a Batochina de Muar e outras a esta vezinhas*. E a mais notável aos nossos é a ilha Ternate, de que somente daremos notícia pola* que houvemos de António Galvão.”

João de Barros


27 - João de Barros e o Cosmopolitismo do Renascimento, Lisboa, CNCDP, Julho/Setembro 1996

HESPANHA, António Manuel, “Editorial”,  p. 5.
BUESCU, Ana Isabel, “João de Barros: Humanismo, mercancia e celebração imperial”,  pp. 10 – 24.
CARDIM, Pedro, “Livros, literatura e homens de letras no tempo de João de Barros”,  pp. 27 – 47.
BUESCU, Maria Leonor Carvalhão, “«A quem não lhe falecer matéria não lhe falecerão vocábulos». João de Barros e a Língua Portuguesa”,  pp. 51 – 64.
RAMALHO, Américo da Costa, “João de Barros, Humanista”,  pp. 68 – 73.
COELHO, António Borges, “João de Barros e a
questão judaico–cristã–nova”,  pp. 75 – 82.
EARLE, T. F., “A linguagem pictórica de João de Barros nas Décadas da Ásia”,  pp. 84 – 90.
MARKL, Dagoberto L., “O Xadrez e os Descobrimentos. O Tempo de João de Barros (1496–1570)”,  pp. 92 – 98.
MOREIRA, Rafael e THOMAS, William M., “Desventuras de João de Barros primeiro colonizador do Maranhão. O achado da nau de Aires da Cunha naufragada em 1536”,  pp. 101 – 111.

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