terça-feira, 1 de julho de 2014

Introdução à série "Travessia São Vicente-Recife, passando pelo paraíso de Fernando de Noronha, a bordo da escuna de casco vermelho suíço-franco-gibraltina “Madame La Miette”" - NEWS do mês de julho 2




  foto de Fernando Costa




TRAVESSIA SÃO VICENTE-RECIFE, PASSANDO PELO PARAÍSO DE FERNANDO DE NORONHA, A BORDO DA ESCUNA DE CASCO VERMELHO SUÍÇO-FRANCO-GIBRALTINA "MADAME LA MIETTE"

INTRODUÇÃO

- Como vocês bem sabem, queridas leitoras e prezados leitores do oceânico serial blog MAR + VELEIROS + AMBIENTE, eu sou louco por ilhas.

- Como vocês já sabem, ao longo do meu projeto "ESTRELA D’ALVA", A CANOA ALADA, realizei a pequenina-grande façanha de circunavegar as
vinte ilhas, na maioria selvagens e desertas, que se estendem ao longo da costa do estado brasileiro do Rio de Janeiro entre os paraísos de Búzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo.

- Como vocês sabem, entusiasmado com o sucesso do projeto ESTRELA D’ALVA, A CANOA ALADA, criei o projeto CEM ILHAS ANTES DE MORRER.

- Isso mesmo, amiga leitora, foi isso mesmo que eu disse e que você entendeu, o canoeiro aqui pretende (atenção ao verbo que eu empreguei – pretender significa almejar, ambicionar, apetecer, aspirar, desejar, perseguir, procurar, querer) conquistar 100 ilhas antes de morrer.

- Porque antes de morrer? 

- Porque depois de morrer ninguém pode velejar... 
Morreu, amigos, “c’est fini”, como dizem nossos irmãos franceses, que são mestres na arte-zen de velejar.

- Mas como eu dizia, criei o projeto CEM ILHAS ANTES DE MORRER, ao longo da realização do qual, pretendo circunavegar 100 ilhas do planeta Terra, que deveria chamar-se ÁGUA, sendo 20 brasileiras, 20 do Atlântico, exceto as brasileiras, é claro, 20 do Mediterrâneo, 20 do Índico e pra completar 20 do Pacífico.

- Sinceramente não sei se possuo energia física + mental necessária e suficente pra realizar esse trabalho de Hércules.

- Mas tentar, todo mundo pode tentar o que bem desejar, não é verdade?

- Mas eu lhes confesso que se conseguir circunavegar em solitário, ao menos as 20 mais belas ilhas brasileiras, morro feliz e muito feliz.

- Mas como eu não tinha experiência em navegação oceânica, inciei em 1º de novembro de 2012, a fase preparatória do meu projeto, que consistiu de 3 travessias consecutivas do Atlântico a bordo de sete veleiros diferentes, navegando sempre em equipe.

- Ao longo desta série, contarei pra vocês a última fase da minha terceira travessia do Atlântico, a bordo da escuna de casco vermelho franco-suíço-gibraltina “Madame La Miette”

- Gostam de diário de bordo ilustrado com fotografias do próprio autor?

- Então divirtam-se no mundo virtual, que eu já me diverti a valer no real.

- Nem tudo foram rosas sem espinho, também sofri, mas como disse o poeta "quem quiser passar além do Bojador, tem de passar além da dor". 

- Concordam?

- Sim ou não, um grande abraço e até sempre.

Fernando Costa


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