terça-feira, 10 de junho de 2014

Um santuário ecológico - "Fernando de Noronha, a verdadeira Shangri-la" 10



Fernando de Noronha - maio de 2014 - foto de Fernando Costa
RAPHAEL ROCHA (nascido em Montes Claros, Minas Gerais - morador do arquipélago)

1 – O que você pensa de Fernando de Noronha?


Um santuário ecológico ainda razoavelmente preservado.


2 – Qual o seu lugar favorito em Fernando de Noronha e porquê?


“Praia do Sancho” (a praia mais bonita do mundo segundo a

“Trip Adviser”), porque alí a natureza é intocada, a água é cristalina e existe uma cachoeira em frente à praia.

3 – Qual a sua ilhota favorita do arquipélago de Fernando de Noronha?


São José.


4 – O que você mais gosta de fazer em Fernando de Noronha, quando não está trabalhando?


Pratico os seguintes esportes: vela, surf, mergulho, pesca, futevolei e “corda bamba”.
Meu comentário
"Fiquei feliz em entrevistar o Raphael, porque ele talvez tenha sido a pessoa, (dentre as que conheci em Fernando de Noronha), que mais esportes aquáticos pratica.

 Mas não consigo entender porque tantos brasileiros moradores em Fernando de Noronha ou ao longo da nossa "infinita" costa, ainda não perceberam que a divina MAR é um verdadeiro parque de diversões, com brinquedos mil, destinados a ambos os sexos e todas as idades. 

Sendo que pra mim, o barco à vela é o rei, e pra vocês, qual é?"
........................
Fernando de Noronha na Wikipédia, a Enciclopédia Livre

O comerciante de Lisboa Fernão de Loronha, não apenas tornou a ilha uma capitania hereditária, mas também (de 1503 até 1512) um monopólio comercial sobre o comércio no Brasil.

Entre 1503 e 1512, os agentes de Loronha configuraram uma série de armazéns (feitorias) ao longo da costa brasileira e envolveram-se no comércio de pau-brasil (uma madeira nativa que servia como corante vermelho e era altamente valorizada pelos costureiros europeus) com os povos indígenas locais.

A ilha de Fernando de Noronha era o ponto de coleta central desta rede.

O pau-brasil, continuamente colhido pelos índios costeiros e entregues aos vários armazéns litorâneos, era enviado para o armazém central na ilha de Fernando de Noronha, que era visitada por um navio de transporte maior que levava as cargas coletadas de volta para a Europa.

Após o vencimento do alvará comercial de Loronha em 1512, a organização da empresa de pau-brasil foi assumida pela coroa portuguesa, mas Loronha e seus descendentes mantiveram a posse privada da ilha como uma capitania hereditária pelo menos até a... LINK



 

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